Já está disponível no site: Bienal do Livro a programação da Bienal do Livro de Campos dos Goytacazes que ocorrerá entre os dias 16 e 25 de maio.
A bienal deste ano homenageia o campista José Cândido de Carvalho. O autor de livros como "O coronel e Lobisomem" e "Olha para o céu Frederico" completaria 100 anos neste ano de 2014.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
sábado, 22 de março de 2014
DA HISTÓRIA À MINHA MEMÓRIA: RESQUÍCIOS DEIXADOS NA PLANÍCIE GOYTACÁ.
Como parte integrante da disciplina de Prática Pedagógica VI, os discentes do 6° período do curso de Licenciatura em Geografia, elaboraram o projeto alternativo :"Da história à minha memória: resquícios deixados na Planície Goytacá".
O projeto foi executado em três etapas:
Na primeira etapa, foi realizado o pré- campo, com uma aula expositiva acerca de informações históricas, sociais, geográficas de Campos dos Goytacazes, ministrada pelos discentes: Ranna, Moacyr, Geane e Raquel, para a turma do 6º ano do Colégio Estadual General Dutra .
Na segunda etapa foi realizada a visitação do alunos ao Museu Histórico de Campos. A visita foi guiada pelos funcionários da
instituição, com o objetivo dos alunos confirmem as informações
adquiridas no pré-campo. Os alunos participantes, tiraram fotos dos objetos presentes no Museu, que mais causaram o interesse deles.
A etapa final do projeto foi a exposição das
fotos retiradas pelos alunos no museu, montada no Colégio Estadual General Dutra. Os alunos do colégio
escolhido como campo, se mostraram empolgados com o resultado obtido na visita ao Museu.
Contamos também, com a parceria do Jean Leite, professor de Geografia da escola campo, que gentilmente, nos apoiou em todas as etapas , visando a execução do projeto.
Fonte:http://ensinar-e-aprender.blogspot.com.br/
Nota: Optamos por não publicar as imagens do projeto, tendo em vista a necessidade de autorização do uso de imagem por parte dos integrantes, para publicação na internet.
Comentado por: Paola S. Tavares
quarta-feira, 19 de março de 2014
NA MINHA ESCOLA TEM UMA
PEDRA
| Autores do projeto com as diretoras do Colégio. |
O
Projeto alternativo Na minha escola tem
uma pedra foi desenvolvido por Arthur Rangel, Gelcimar Vieira e Lázaro Ignácio
(Licenciandos em Geografia/6º período - IF Fluminense) e teve como objetivo a
criação de um laboratório de Geologia no Colégio Estadual Baltazar Carneiro –
Cardoso Moreira/RJ. O projeto contemplou a construção de um acervo de amostras
de rochas e minerais para uso nas aulas de Geografia e disciplinas afins.
| |
No dia 26 de fevereiro de 2014, às 19h, foi feita a entrega do laboratório para a unidade escolar, onde estiveram presentes vários alunos, professores e diretores.
segunda-feira, 17 de março de 2014
DA HISTÓRIA À MINHA MEMÓRIA: RESQUICÍOS DEIXADOS NA PLANÍCIE GOYTACÁ
Comentários por,
Wederson,Manoel e Jucirlei.
domingo, 16 de março de 2014
Distúrbios de Aprendizagem
Durante o semestre 2013.2, os alunos concluintes das licenciaturas do IF-Fluminense fizeram um curso on-line sobre Distúrbios de Aprendizagem, pela iPED (http://www.iped.com.br/).
Concluído o curso, os alunos fizeram pesquisas e entrevistas sobre a temática proposta.
Noções de como trabalhar com alunos que apresentam distúrbios de aprendizagem
Dentre os vários distúrbios de
aprendizagem existentes, focaremos: dislexia, disgrafia e discalculia.
DISLEXIA
Etimologicamente,
"dislexia deriva
dos conceitos “dis” (desvio) + “lexia” (leitura, reconhecimento das palavras). 'É caracterizada por dificuldades na correção
e/ou fluência na leitura de palavras e por baixa competência leitora
e ortográfica. Estas dificuldades resultam tipicamente de um défice
na componente fonológica da linguagem que é frequentemente imprevisto
em relação a outras capacidades cognitivas e às condições educativas.
Secundariamente podem surgir dificuldades de compreensão leitora, experiência de
leitura reduzida que podem impedir o
desenvolvimento do vocabulário e dos conhecimentos gerais.'” (COELHO).
Para se trabalhar com alunos que
apresentam este distúrbio é necessário utilizar métodos estimulantes
como artes, música, recursos tecnológicos e atividades físicas. Segundo Freitas
o professor poderá incluir no processo de aprendizagem algumas ferramentas para
auxiliar o aluno disléxico como:
·
Recurso multissensorial.
·
Estimular as habilidades dos alunos.
·
Desenvolver o prazer pela leitura.
·
Trabalhar com atividades que ampliem o
conhecimento do vocabulário.
·
Explorar seu mundo imaginário e suas
habilidades práticas e criativas
·
Elogiar sempre que merecido.
·
Posicionar o disléxico nas primeiras
carteiras e garantir sempre que ele compreendeu a tarefa solicitada.
·
Estimular a organização e disciplina
para o trabalho.
·
Permitir a gravação de aulas
expositivas, visto que o disléxico apresenta dificuldades para anotar e prestar
atenção ao mesmo tempo.
·
Dar tempo adequado dependendo do
trabalho a ser realizado, o disléxico despenderá maior tempo quando o
solicitado.
·
Fazer provas orais e fornecer mais tempo
para as provas que exijam leitura e escrita.
DISGRAFIA
Etimologicamente
"deriva dos conceitos “dis” (desvio) + “grafia”
(escrita), ou seja,
é “uma perturbação de tipo funcional
que afeta a qualidade
da escrita do sujeito, no que se refere ao seu traçado
ou à grafia.” (COELHO).
As crianças com disgrafia sentem constantemente dores nos braços e
punho, por isso faz-se necessário fazer exercícios para desenvolver a
motricidade fina. Beatriz sugere que se desenvolva atividades como:
"flexionar
os punhos lentamente; abrir e
fechar as mãos, esticando os dedos; mãos abertas sobre a mesa. Abrir e
fechar 5x; mão esquerda. Abrir
e fechar 5x; mão direita. Abrir
e fechar 5x; cotovelos apoiados na mesa.
Abrir os dedos em leque e juntá-los. Mão E 5X e Mão D 5X; braços
flexionados apoiados à mesa. Uma mão na frente da outra, cada toca o dedo
correspondente; entrelaçar os dedos fortemente e separá-los 5X; movimentos de marionetes, rotação
ao redor do pulso lento, rápido, mão
dominante, mão secundária."
Estas atividades ajudaram o aluno a desenvolver e fortalecer sua motricidade, e consequentemente a desenvolver sua escrita.
Discalculia
Etimologicamente, "discalculia deriva dos conceitos “dis” (desvio) + “calculare” (calcular, contar), ou
seja, é 'um distúrbio de aprendizagem
que interfere negativamente com as competências de matemática de alunos que,
noutros aspetos, são normais.' [...] Assim, trata-se de “uma desordem neurológica específica que
afeta a habilidade de uma pessoa compreender e manipular números.”
Veja no vídeo abaixo alguns recursos pedagógicos para se trabalhar com
alunos de tem discalculia.
sábado, 1 de março de 2014
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