quarta-feira, 23 de outubro de 2013

PAINEL


Ah, escola! - LÁZARO IGNÁCIO



Estagiando no Ciep - ARIANNA GAMA


Cantinhos da escola - JUCIRLEI MACHADO


Esta parte da escola é muito frequentada pelos alunos no horário do intervalo (recreio) ou em período de aula vaga. A escola não possui quadra de esporte. Toda parte de recreação, aula prática de educação física e reunião é feito neste espaço. Embora não oferecendo nenhum conforto aos alunos, é um dos lugares onde se têm mais alunos concentrado em horário vago.




Outro lugar onde eles gostam muito é um cantinho especial no final do corredor, onde foram usados materiais reciclados como: pneus, mesas, portas e estrados, onde eles além de terem um local para sentar, jogar, conversar, podem observar e contemplar os materiais que são reciclados, que estava no lixo e que se tornaram objetos de uso diário deles, pois ao lado fica a sala de projetos da Escola.





Outro lugar que também tem trazido grande interesse aos alunos é o laboratório de informática, a escola possui dois telecentros, onde é aberto aos alunos para pesquisa e entretenimento,  também são ministradas aulas e palestras. Em horário vago, os alunos fazem filas aguardando a vez para poderem usufruir  de momentos agradáveis com jogos. O acesso ao facebook é negado.

Mais um dia de aula - CAMILA SALES

A foto mostra uma turma de 7° ano. Pelo que pude observar nesse dia, não sei se pelo fato de que as crianças estavam copiando o que o professor escrevia no quadro, um texto complementar a apostila da rede que, segundo ele, abordava a matéria de forma muito sucinta, as crianças muito educadas e silenciosas, apenas sorriram quando o professor me apresentou e continuaram a copiar de forma preocupada com o tempo.
Trata-se de crianças de classes média a alta, bem vestidos e bem tratados, alunos inteligentes e educados, que têm boa pronúncia e estão preocupados em passar de ano, fazer faculdade e ter uma profissão.

    Quanto à estrutura da sala de aula, observo uma sala bem iluminada, com cadeiras conservadas e ventiladores de teto que funcionam.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

O muro - ARTHUR RANGEL

Caros leitores, talvez vocês estejam nesse exato momento se perguntando o porquê de ter escolhido este título para falar das vivências dos alunos (amadinhos) dentro da escola, ou o que tem de relação entre uma coisa e outra? Bom, não quero que pense que estou ficando maluco, mas acaso esteja quero desde já relatar minha felicidade por ter vivenciado e observado os hábitos, costumes e atitudes daquelas pessoas que são os pilares da escola e o futuro da pátria.

Confesso que a princípio fiquei meio confuso sobre o que relatar sobre minha vivência com as pessoas que fazem parte do corpo docente e a relação/sentimento dos educandos com o espaço fisco da escola. É magnífico parar e observar o comportamento e as atitudes dos alunos fora e dentro da escola, o antes e o depois, sendo assim podemos destacar o muro da escola como um divisor comportamental dos discentes.

Ao chegar a frente do portão da escola, estagnava-me e observava por alguns minutos o ir e vir dos jovens, que quase sempre apresentavam uma aparência mais descontraída, sempre com o sorriso estampado no rosto e realizando brincadeiras entre os grupos. Observar aqueles grupos de jovens que ali se formavam aguardando seu momento para a entrada, era quase que contagiante pela alegria desenvolvida entre eles. No entanto, ao passar pelo muro, já de cara era perceptível uma mudança nas suas expressões faciais e comportamentais, sendo que nem todos portavam essa transformação, onde cada um se expressava de um jeito.

Entre caras alegras, desconfiadas, empolgadas e desanimadas, existiam aquelas que encaravam aquele momento com seriedade, encaravam aquela realidade como um momento de semear sementes para que no futuro pudessem ser colhidas. A partir dessas percepções pessoais me vinha á cabeça uma pergunta que insanamente insistia em me perseguir, sendo esse tal questionamento pautado no que se diferencia do externo do interno? Será que o “mundo” externo é visto como uma ficção e o interno uma realidade? Ou será que estou completamente equivocado a respeito disso tudo?


Bem, não sei ao certo o que é correto e o que não é, mas sei que o antes e o depois limitado por um muro é para muitos um momento de diversão e para outros de seriedade. Daí deixo a pergunta para que possamos refletir: de fato, qual será o mundo real e o da ficção? 

Aula vaga - LUCINEIVA PALAGAR

Barulhos de obras, alunos correndo pelos corredores, coordenadora de turma gritando, são 8h30 da manhã. Os alunos descem as escadas correndo, um grupo de alunos conversa e combina algo, outro grupo de meninas ri. E resolvem fazer algo para passar o tempo.
          Meninos e Meninas, fazem uma roda, e começa a brincadeira, risos, correria e quem perde sai da roda. De repente, um grito, alunos se assustam, coordenadora pedindo para que para a brincadeira, obras por todo lado, alerta de perigo.

          Sinal toca, professor de geografia chega, alunos com idade que variam de 11 a 14 anos, sobem as escadas correndo, professora entra em sala e fecha a porta, hora de aprender sobre orientação.